Câmara homenageia maçons e entrega Prêmio Jesuíno de Arruda
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Câmara homenageia maçons e entrega Prêmio Jesuíno de Arruda

Câmara homenageia maçons e entrega Prêmio Jesuíno de ArrudaA Câmara Municipal de São Carlos realizou nesta quarta-feira (27) no Edifício Euclides da Cunha, uma sessão solene comemorativa ao Dia do Maçom, na qual foi entregue oficialmente o “Prêmio Jesuíno de Arruda” ao professor Clemente Sacco. A solenidade foi presidida pelo vereador Maurício Ortega (PSDB) e teve como orador oficial o vereador Walcinyr Bragatto (PV). A premiação, instituída pela Lei Municipal No. 14.145, faz referência ao co-fundador do município e da loja maçônica “Fé Esperança”, no século XIX.

A trajetória da maçonaria no município foi enfatizada por Bragatto que em seu discurso destacou o empenho da ordem em oferecer sua parcela de contribuição para melhorar a vida da comunidade. “O verdadeiro papel da maçonaria é, acima de tudo, fazer história. Trabalhar desinteressadamente pelo bem-estar social, difundindo o progresso, a educação e a filantropia”, disse.

Entre os presentes à cerimônia estiveram Odair Paulo de Campos, chefe de Gabinete que representou o prefeito Paulo Altomani,o presidente da Associação dos Maçons de São Carlos; Marcos Rogério Zangotti; Carlos Alberto Caromano, representando o Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Mário Sérgio Nunes da Costa e a vereadora Laíde Simões, vice presidente da Câmara.

Clemente Sacco, diretor de escola aposentado, integra a maçonaria desde 1969 e está radicado em São Carlos desde 2006, filiado à ARLS “Harmonia de São Carlos” nº 2522, onde é membro regular e ativo colado no Grau 32. (Na foto, o professor Clemente Sacco, ao lado dos vereadores Maurício Ortega, Walcinyr Bragatto e Laíde Simões).

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  1. ALERTA AOS LEGISLADORES INFIÉIS QUE COGITAM DE REDUZIR A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E NO MUNDO, SEM CONHECER OS ENSINAMENTOS CRISTAOS:

    Senhores Deputados e Senadores:
    Não podemos permitir a DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL, pela queima irresponsável dos valores éticos e morais que devem formar o caráter e o ideal cristão de cada família humana, constituindo-as em células estruturais de toda sociedade civilizada:
    É preciso silenciar quem pensa e age com tamanho despropósito, porque demonstra claramente ser inimigo(a) de Deus e do seu povo:
    A formação da Família Cristã começa na infância, que deve merecer cuidados especiais à partir deste dia, pelo que Eu vos peço:
    Entendei que a intenção de diminuir a maioridade penal, visando combater o mal, não passa de mais uma ideia insensata, iníqua e nefasta; porque visa combater apenas o EFEITO DELINQUENTE, enquanto que se perpetua e se fortalece a CAUSA DA DELINQUENCIA, que a cada dia se torna mais potente para causar o descaminho, a perdição, o erro, a prisão, o sofrimento e a morte prematura de muita gente sem criação, que não sabe o que faz:
    Porventura ignorais que já há crianças de 10 anos delinquindo, praticando toda sorte de delitos ou pecados Inconscientes? Nessa escala logo teremos que transferir a criança do berço diretamente para a cadeia, ou não?
    Na verdade, a nossa juventude tem sido arruinada na vida, como vitima ingênua da insanidade espiritual do meio em que se acha relegada; onde impera a mentira, a incredulidade, a ignorância e a maldade; porquanto não há o conhecimento dos Santos e nem o temor de Deus.
    Quem ensinará a humanidade o caminho do bem e do mal, que Deus nos legou na Escritura Sagrada? Quem creu n’Aquele que diz:EU SOU O CAMIMHO A VERDDE E A VIDA?
    Até quando marginais inconsequentes e outros pecadores mentirosos, substituirão Pais Responsáveis e Professores Ajuizados, na formação dos jovens? Até quando as Escolas Cristãs serão substituídas por presídios desumanos, por universidades do crime? À rigor, independentemente da idade, ninguém erra ou faz errar, sofre ou faz sofrer, mata ou morre por saber: Mas, por ignorância, faz tudo isto e muito mais, ou se acovarda passivamente, vegetando na esperança vã, à espera de Algum Deus louco que se disponha a banir o diabo da sua presença, por amor ao próximo!
    Aqueles, porém, que já estão despertos, também já são testemunhas de que Deus, na sua graça infinita, já impediu a implantação do chamado “KIT GAY”, que os feitores das obras do diabo conceberam, para corromper nossas crianças à partir do próprio currículo escolar! Corruptores Desalmados! Até quando dormirão o sono da inconsciência, deitados em berço esplêndido?
    Rogo, pois, a todos, pelo bem comum, que: Refleti sobre os ensinamentos de Cristo, que sintetiza toda a questão no seguinte texto bíblico:
    (MT.23.1) Então, falou Jesus às multidões e aos discípulos, dizendo: (1CO.16.24) O meu amor seja convosco em Cristo Jesus: (RM.15.33) E o Deus da paz seja com todos vós: (LV.6.31) Como quereis que os Homens vos façam; assim fazei-o vós também a eles: (JZ.7.17) Olhai para mim e fazei como eu fizer, (JB.15.5) porque sem mim nada podeis fazer: (JB.13.34) Amai-vos uns aos outros como eu vos amei: (IS.1.17) Aprendei a fazer o bem, atendei a justiça, repreendei ao opressor, defendei o direito do orfão, pleiteai a causa das viúvas: (SL.82.4) Socorrei o fraco e o necessitado, tirai-os das mãos dos ímpios: (DT.3.22) Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é o que peleja por vós:
    (PV.22.6) Ensinai a criança o caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele; (LS.3.11) porque desgraçado é o que rejeita a sabedoria e a instrução, a esperança dele é vã, e os trabalhos sem frutos, e inúteis as suas obras:
    (JB.8.25) Que é que desde o principio vos tenho dito? (JB.14.6) Eu sou o caminho, a verdade, e a vida: Ninguém vem ao Pai senão por mim: (MT.11.28) Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei: (AM.5.4) Buscai-me e vivei: (LV.18.2) Eu sou o Senhor vosso Deus: (LV.19.4) Não vos virareis para os ídolos, nem fareis deuses de fundição; (LS.14.27) porque o culto dos ídolos é a causa e o princípio de todo o mal: (1CO.11.30) Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos os que dormem:
    (1CO.2.9) Mas, como está escrito: (JS.23.14) Eis que, hoje, já sigo pelo caminho de todos os da terra; (AT.13.34) e cumprirei a vosso favor as santas promessas feitas a Davi, (LC.12.32) porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino: (LE.11.9) Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam os teus olhos; sabe, porém, que de todas estas cousas Deus te pedirá contas: (GN.31.50) Atenta que Deus é testemunha entre mim e ti: (GN.4.7) Eis que o pecado jaz à porta; o teu desejo será contra ti, mas a ti cumpre domina-lo: Se procederes bem é certo que serás aceito! Se, todavia, procederes mal, (ZC.13.3) não viverás; (RM.6.23) porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus Nosso Senhor:
    (MT.26.41) Vigiai e orai para que não entreis em tentação; o Espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca; (GN.5.17) porque a carne milita contra o espírito, e o espírito contra a carne; porque são opostos entre si: (1TG.4.17) De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?
    (GL.5.19/21) Ora, as obras da carne são conhecidas e são: Prostituição, lascívia, impureza, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias, e cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como outrora já vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam: (GL.5.22/23) Mas o fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio: Contra estas cousas não há lei: E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências:
    (1CO.1551) Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos; (1CO.15.53) porque é preciso que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade:(MC.14.41) Ainda dormis e repousais! Basta! (1PE.4.17) porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada:(EF.5.15/16) Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios e sim como sábios remindo o tempo, porque os dias são maus; (DT.4.20) como hoje se vê.

  2. OPODER DA VONTAFDE É ILIMITADO…

    Querer é poder! O poder da vontade é ilimitado. O homem, consciente de si mesmo, de seus recursos latentes, sente crescerem suas forças na razão dos esforços. Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se inevitavelmente, ou na atualidade ou na série das suas existências, quando seu pensamento se puser de acordo com a Lei divina. E é nisso que se verifica a palavra celeste: “A fé transporta montanhas.”
    Não é consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres; a mim mesmo me fiz, inconscientemente, através das idades; edifiquei lentamente minha individualidade e liberdade e agora conheço a grandeza e a força que há em mim. Amparar-me-ei nelas; não deixarei que uma simples dúvida as empane por um instante sequer e, fazendo uso delas com o auxílio de Deus e de meus irmãos do espaço, elevar-me-ei acima de todas as dificuldades; vencerei o mal em mim; desapegar-me- ei de tudo o que me acorrenta às coisas grosseiras para levantar o vôo para os mundos felizes!”

    Vejo claramente o caminho que se desenrola e que tenho de percorrer. Esse caminho atravessa a extensão ilimitada e não tem fim; mas, para guiar-me na estrada infinita, tenho um guia seguro – a compreensão da lei de vida, progresso e amor que rege todas as coisas; aprendi a conhecer-me, a crer em mim e em Deus. Possuo, pois, a chave de toda elevação e, na vida imensa que tenho diante de mim, conservar-me-ei firme, inabalável na vontade de enobrecer-me e elevar-me, cada vez mais; atrairei, com o auxílio de minha inteligência, que é filha de Deus, todas as riquezas morais e participarei de todas as maravilhas do Cosmo.
    Minha vontade chama-me: “Para frente, sempre para frente, cada vez mais conhecimento, mais vida, vida divina!” E com ela conquistarei a plenitude da existência, construirei para mim uma personalidade melhor, mais radiosa e amante. Saí para sempre do estado inferior do ser ignorante, inconsciente de seu valor e poder; afirmo-me na independência e dignidade de minha consciência e estendo a mão a todos os meus irmãos, dizendo- lhes:
    Despertai de vosso pesado sono; rasgai o véu material que vos envolve, aprendei a conhecer-vos, a conhecer as potências de vossa alma e a utilizá-las. Todas as vozes da Natureza, todas as vozes do espaço vos bradam: “Levantai-vos e marchai! Apressai- vos para a conquista de vossos destinos!”

    A todos vós que vergais ao peso da vida, que, julgando-vos sós e fracos, vos entregais à tristeza, ao desespero, ou que aspirais ao nada, venho dizer: “O nada não existe; a morte é um novo nascimento, um encaminhar para novas tarefas, novos trabalhos, novas colheitas; a vida é uma comunhão universal e eterna que liga Deus a todos os seus filhos.”
    A vós todos, que vos credes gastos pelos sofrimentos e decepções, pobres seres aflitos, corações que o vento áspero das provações secou; Espíritos esmagados, dilacerados pela roda de ferro da adversidade, venho dizer-vos:
    “Não há alma que não possa renascer, fazendo brotar novas florescências. Basta-vos querer para sentirdes o despertar em vós de forças desconhecidas. Crede em vós, em vosso rejuvenescimento em novas vidas; crede em vossos destinos imortais. Crede em Deus, Sol dos sóis, foco imenso, do qual brilha em vós uma centelha, que se pode converter em chama ardente e generosa!
    “Sabei que todo homem pode ser bom e feliz; para vir a sê-lo basta que o queira com energia e constância. A concepção mental do ser, elaborada na obscuridade das existências dolorosas, preparada pela vagarosa evolução das idades, expandir-se-á à luz das vidas superiores e todos conquistarão a magnífica individualidade que lhes está reservada.
    “Dirigi incessantemente vosso pensamento para esta verdade: podeis vir a ser o que quiserdes. E sabei querer ser cada vez maiores e melhores. Tal é a noção do progresso eterno e o meio de realizá-lo; tal é o segredo da força mental, da qual emanam todas as magnéticas e físicas. Quando tiverdes conquistado esse domínio sobre vós mesmos, não mais tereis que temer os retardamentos nem as quedas, nem as doenças, nem a morte; tereis feito de vosso “eu” inferior e frágil uma alta e poderosa individualidade!”
    Autor: Léon Denisrum Espírtita Maio 2015

    REALMENTE O PODER DA VONTADE É ILIMITADO

    (1TG.2.8) Se vós, contudo, observais a lei regia segundo a Escritura: (RM.RM.4.12) Como está escrito: (AP.22.20) Aquele que dá testemunho destas cousas, diz: (JB.19.35) Aquele que isto viu, testificou, sendo verdade o seu testemunho, e Ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais; (IS.28.26) pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina: (MT.11.29) Tomai sobre vós o meu jugo,e aprendei de mim; porque sou humilde e manso de coração; e achareis descanso para a vossa Alma: (EZ.24.22) Fareis como eu fiz, (JB.6.38) porque Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim, a vontade Daquele que me enviou: (JB.8.29) E Aquele que me enviou está comigo, não me deixou só; porque Eu faço sempre o que lhe agrada:
    (LC.12.34) Sabei, porém, isto:(JB.3.27) O homem não pode receber cousa alguma, se do céu não lhe for dada: (1SML.2.6) O Senhor é o que tira a vida e a dá; que faz descer a sepultura e faz subir: (EC.11.14/15) Os bens e os males, a vida e a morte, a pobreza e as riquezas, tudo isto vem de Deus: Em Deus é também que se acha a sabedoria, e o regulamento da vida, e a ciência das boas obras nele mesmo tem sua origem: (LC.21.19) É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma: (LC.29.17) Que quer dizer, pois, o que está escrito?
    (LE.8.11) Visto como não se executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal: (RM.10.14) Porventura não terá chegado isso ao conhecimento de Israel? (SL.33.15) É Ele que forma o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras, (RM.2.8) que retribuirá a cada um segundo o seu procedimentoSL.73.7) Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo; (IS.30.12) pelo que assim diz o Santo de Israel:

    “(IL) Isso quer dizer que não existem Direitos Humanos, sem Deveres Humanos, na obra da nossa criação divina: Esses deveres inseridos nos mandamentos eternos e irrefutáveis, serão revelados e estabelecidos no curso da nossa jornada, rumo ao reino de Deus: Na verdade, nem uma folha pode cair ao chão, sem que se satisfaça a vontade do Criador de todas as cousas, porque a sua vontade é soberana e toda-poderosa:
    Por enquanto, apenas acabamos de queimar em praça pública, e banir da face da terra, a famigerada “Declaração Universal dos Direitos Humanos” que os gentios fizeram à revelia da lei, da vontade, e da Autoridade de Deus:
    Avaliai as minhas razões:
    Como todos os filhos dos homens, eu também nasci por vontade que não era a minha, vive para satisfazer as vontades daqueles que me precederam na obra comum da nossa criação, e também morreria a despeito da minha própria vontade; porque até então ninguém acreditava que a vontade que já prevalece na obra comum da nossa criação, não é a da criatura inacabada, como é obvio, e sim, a vontade do Criador de todas as cousas do céu e da terra”.

    (JB.14.11) Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim; (RM.13.11) porque a nossa salvação está agora mais perto quando no princípio cremos:(EC.15.1) O que teme a Deus fará boas obras, e o que está bem firmado na justiça, lançará mão da sabedoria; (LS.8.4) porque é ela que ensina a ciência de Deus, e a que dirige as suas obras:

    (EF.5.14) Desperta, ó tu que dormes, e Cristo te iluminará; (LE.8.6) porquanto grande é o mal que pesa sobre o Homem; (1RS.13.9) porque assim me ordenou o Senhor, dizendo: (DT.15.5) Ouvirás atentamente a voz do Senhor teu Deus, para cumprir todos os estatutos e mandamentos, que hoje te ordeno:
    (GN.4.7) Eis que o pecado jaz à porta; cumpre a ti domina-lo:

    (GN.18.14) Acaso, há para o Senhor cousa demasiadamente difícil? (JÓ.4.17) Seria, acaso, o

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  3. DEUS È AMOR

    QIEM EXERCE O PODER DESTE AMOR ETERNO EM PROL DO BEM COMUM PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS EM SI:

    (JR.5.21) Ouvi agora isto, ó povo insensato que tendes olhos e não vedes, tendes ouvidos e não ouvis; (1TS.4.3) pois esta é a vontade de Deus: A vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; (LS.1.12/13) porque Deus não fez a morte, nem se alegra na perdição dos vivos: Não queirais buscar ansiosos a morte, no descaminho da vossa vida, nem adquirais a perdição com as obras das vossas mãos:
    (HC.2.19) Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas no seu interior não há fôlego nenhum: (AT.3.15) Dessarte, matastes o Autor da Vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas: (JB.7.48) Porventura creu Nele alguém dentre as autoridades, ou algum dos fariseus? (RM.3.3) E daí? Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? (JB.3.23) Ora, o seu mandamento é este: (MC.12.33) Amar a Deus de todo o coração, de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo:

    (JB.4.23) Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores: (LS.19.23) E há quem fala francamente e não diz senão a verdade, (RM.4.3) pois que diz a escritura? (JB.4.24)Deus é Espírito;e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade, (RM.1.20) porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade; claramente se reconhecem desde o principio do mundo, sendo reconhecidos pelas cousas que foram criadas:
    (HB.11.1) Ora, a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem: ((SL.100.3) Sabei que o Senhor é Deus, foi Ele quem nos fez e Dele somos; somos o seu povo e o rebanho do seu pastoreio: (CL.3.23/24) Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como sendo para o Senhor, e não para homens; cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança: A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; (DT.1.38) porque Ele fará com que Israel a receba: (SL.32.11) Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, ó Justos, exultai-vos, todos que sois retos de coração; (1TS.3.8) porque agora vivemos, se é que estais firmes no Senhor: (1cO.15.38) Portanto, amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e abundantes na Obra do Senhor, Sabendo que no Senhor o vosso trabalho não é vão: (AP..21.8) Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idolatras, e a todos os mentirosos; a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber; a segunda morte:

    (LE.12.13) De tudo o que se tem ouvido a suma é: Temei a Deus e guardai os seus mandamentos;porque isto é dever de todo Homem: (JR.21.8) Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte: (JB.14.6) Eu sou o caminho a verdade e a vida: (LV.19.4) Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição: Eu sou o Senhor Vosso Deus: (IS.41.4) Quem fêz e executou tudo isto?(DT.27.26) Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo: (IS.46.8) Lembrai-vos disto e tende ânimo, ó prevaricadores; (LS.14.12) porque o culto aos ídolos é o princípio da corrupção da vida:
    (AT.3.17) Agora, Irmãos, Eu sei que o fizestes por ignorância, como também as vossas autoridades; (IS.9.16) porque os Guias deste povo são enganadores, e os que Por eles são dirigidos, são devorados:(TG.121) Portanto, despojando-vos de toda impureza e acumulo de maldade; acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma:

    VALORIZE O QUE É IMPORTANTE

    Muitos se preocupam em ter uma boa posição social, poder e riqueza material. Fazem qualquer coisa para atingirem seus objetivos. Esquecem-se das coisas simples da vida, afastam-se dos amigos. A preocupação em TER é tanta que se esquecem do SER. A busca incessante por tudo o que lhes satisfaz o ego se torna um vício e não enxergam nada além dos ganhos materiais, do poder e da posição social de que não abrem mão sequer para visitar um parente, um amigo. Mas como não estamos aqui, neste Planeta Terra, apenas para vivenciarmos os prazeres da riqueza e do poder, chega o momento em que a consciência lhes aponta tudo o que deixaram de importante para segundo plano, iludidos pelos prazeres e facilidades que lhes trouxeram a riqueza e o poder. Nesse momento um grande vazio invade lhes a alma e percebem que tudo aquilo por que lutaram não lhes trouxe a tão sonhada felicidade tampouco a paz e a alegria. Veem se sozinhos, sem o amor e carinho verdadeiros daqueles que os cercam, pois que aqueles que o amavam ficaram distantes. Descobrem que o prazer, o bem estar e a alegria estão nas pequenas coisas, como num bate papo com um amigo, uma reunião familiar, o carinho de um filho, o auxilio a um irmão necessitado. Por isso, valorizemos aquilo que realmente vale a pena e que seguirá conosco pela eternidade, ou seja, sejamos pacientes, tolerantes, amorosos, caridosos com todos, fazendo o que Deus espera de nós. Busquemos dentro de nós as riquezas do SER, do amor incondicional. Isso é o que realmente importa. Pense nisso.
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    UM CORAÇÃO AGRACIADO

    Um coração agradecido é um coração cheio de paz. E é com essa paz que, começo agradecendo a Deus, pela vida, pelo dia que o recebo, pelo amor que mora em meu coração, pelos que me querem bem e pelos que não querem também, pois é com eles que aprendo que ainda tenho muito o que melhorar em mim.
    “O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água… e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore. A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão,
    e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento… Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar.”
    Osho

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  4. AUTOAMOR
    Muito se tem falado, nestes tempos, sobre o autoamor.

    E muitos ainda não sabem o que realmente seja o autoamor, confundindo-o com egoísmo, com vaidade.

    O autoamor nada tem a ver com esses sentimentos doentios, que deixam transparecer que, no íntimo da pessoa, prevalece o medo, a insegurança, em razão dos conflitos que ainda carrega em si.

    O egoísta não se ama. Ele ama a posse, as suas paixões, os seus desequilíbrios.

    No entanto, o amor verdadeiro é o combustível da vida. É ele que nos sustenta na caminhada do progresso que almejamos.

    O amor é de essência Divina, é o sentimento mais sublime que se pode conceber.

    Reclama-se da falta de amor verdadeiro na face da Terra, porque muitos esperam apenas receber amor, poucos se dispõem a vivenciá-lo, a doá-lo.

    Muitos nem sequer sabem que aquele que não se ama, não consegue amar a ninguém, pois não se dá daquilo que não se tem.

    Jesus recomendou que amássemos ao próximo como a nós mesmos.

    Como fazer isso, quando não se possui o parâmetro do amor a si mesmo?

    Muitos pensam que o amor deve ser buscado lá fora, mas é dentro de si mesmo que está a fonte desse recurso.

    Deus é Pai de amor e bondade, e como filhos Seus, todos possuímos essa semente, esperando ser cultivada para germinar.

    Cada qual deve desenvolver a chance de deixar crescer e florescer o amor que traz em si.

    Quando a criatura se ama, ela se respeita, se valoriza, aprende a selecionar atitudes e escolhas que lhe façam bem.

    Quanto mais se ama, mais se desliga de crenças, de dependências, de pessoas e situações prejudiciais.

    Autoamor dá equilíbrio interior, propicia crescimento intelectual, espiritual, emocional, moral.
    O autoamor nos detém ante vícios e abusos de qualquer ordem.

    O autoamor permite engrandecimento e sublimidade nos projetos de vida.

    Para isso, importante buscar o autoconhecimento, avaliar posturas, sentimentos, ações, e mudar o que precisa ser mudado.

    A meditação, por alguns minutos diários, permite essa viagem interior.

    Descobre-se que a maioria dos problemas que se enfrenta não está nos outros, mas no nosso próprio íntimo.

    A meditação permite que se observe, em nós, as causas e as soluções para os nossos problemas.

    Percebe-se então, quem realmente somos, e o que precisamos mudar em nosso interior, propiciando oportunidades de crescimento.

    Mesmo que nos assustemos com o que somos, fujamos da culpa e do remorso.
    O autoperdão é fundamental nesse processo.

    É importante a aceitação de quem somos para podermos realizar a autotransformação.

    Usemos o momento atual para agir acertadamente, trabalhando a melhoria que almejamos.

    A Doutrina Espírita alerta para que sejamos hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã, melhores do que somos hoje.

    Conhecendo-nos, nos aceitando, nos melhorando, acabaremos por nos amar.

    Em nos amando, estaremos habilitados a amarmos ao próximo conforme a Lei nos pede.

    Amando-nos e amando ao próximo, perto estaremos de amar a Deus!
    Redação do Momento Espírita.

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  5. (JR.3.19)–MAS EU A MIM ME PERGUNTAVA: SERÁ QUE DEUS É BRASILEIRO?
    (TB.12.6) – Então lhes falou o Anjo assim em segredo:
    (ES.68.5) – O SENHOR DEUS QUERIA SER O SABER NO ESPÍRITO BRASILEIRO, E REALMENTE O SERÁ: ALELUIA !… (AR.68.5)
    (LC.11.49) – Por isso também disse a sabedoria de Deus: Recomponho as 68 letras e 5 sinais acima, para marcar o princípio da Santa Jornada que a Providência Divina predestinou aos Cristãos, ao lermos assim:
    (IL.68.5) – ARNALDO RIBEIRO: O SENHOR É O SER QUE SABE LER A SI, E O TEU NOME ESPIRITUAL SERÁ ISRAEL !
    (AP.3.7) – ESTAS COUSAS DIZ O SANTO, O VERDADEIRO, AQUELE QUE TEM A CHAVE DE DAVI, QUE ABRE, E NINGUÉM FECHARÁ, E QUE FECHA, E NINGUÉM ABRIRÁ: (AR.100.8)
    Faço o mesmo com as 100 letras e 8 sinais acima, mostrando que:
    FIZ UM SANTO GUIA DOS GUIAS, QUE SE CHAMA ARNALDO RIBEIRO, QUE TEM FÉ E SABE VIVER, QUE ENTENDE, QUE CONHECE A VERDADE, E A ACHARÁ: (IL.100.8)
    (JB.6.45) – ESTÁ ESCRITO NOS PROFETAS: (LE.7.12) – A SABEDORIA PROTEGE COMO PROTEGE O DINHEIRO; MAS O PROVEITO DA SABEDORIA É QUE ELA DÁ VIDA AO SEU POSSUIDOR: (109.6)
    Idem, idem, 109 letras e 8 sinais, idem…
    E O PAI DO GUÍA DOS GUÍAS SE CHAMA ARNALDO RIBEIRO: E O ESPÍRITO SANTO SABE QUE É VERDADE; E CRISTO PODE MOSTRAR ESSE PROFETA À TODO O POVO: (IL.109.6)
    (PV.16.1) – O CORAÇÃO DO HOMEM PODE FAZER PLANOS, MAS A RESPOSTA CERTA VEM DOS LABIOS DO SENHOR: (AR.67.3)
    Idem, idem, 67 letras e 3 sinais, idem…
    NOSSO HOMEM TEM PASSADO PROVA DE SABER, PELA CERTEZA NO CORAÇÃO DOS FILHOS DO AMOR: (IL.67.3)
    (TB.5.21) – Fazei boa jornada, e Deus seja convosco no vosso caminho, e o seu Anjo vá em vossa companhia.

  6. COMBATE A DENGUE (outubro/2015)
    ESPIRITISMO VIDA E LUZ: Todos contra a Dengue
    espiritismovidaeluz.blogspot.com/p/todos-contra-dengue.html

    Vamos combater com vigor o mosquito da dengue (aedes aegyptis); não podemos mais ficar inertes a esse quadro terrível de epidemia. Temos que fazer a …

    Você Sabia?
    Mosquito transgênico pode acabar com a dengue para sempre
    Nada de inseticidas ou larvicidas! Os casos de dengue podem estar com os dias contados no Brasil, graças a um mosquito transgênico produzido em laboratório, que promete extinguir as fêmeas do Aedes aegypti – que são as transmissoras da doença, já que, ao contrário dos machos, as “mocinhas” se alimentam de sangue humano.
    O mosquito transgênico, que ainda não tem nome, é criado com o material genético das drosófilas – aquelas pequenas “moscas-de-frutas”, que têm o hábito de rodear alimentos doces – e é, exatamente, esse “ingrediente” que dá à espécie o poder de exterminar a dengue.
    Como? Segundo os cientistas, a combinação dos genes das drosófilas com os do mosquito da dengue torna o inseto transgênico mais atraente sexualmente, aos olhos das fêmeas do Aedes aegypti, do que os machos da própria espécie. Logo, elas vão optar pelo “mosquito fake” na hora da cópula, que, graças ao seu material genético, só pode gerar filhotes machos. Conclusão: não nascerão mais fêmeas do Aedes aegypti e, com o tempo, a espécie entrará em extinção. Simples assim!
    Para aqueles que estão questionando os riscos de se criar uma superpopulação de “mosquitos transgênicos machos” no país, os cientistas avisam: ainda no estágio larval, o material genético do inseto produzido em laboratório começa a gerar uma proteína que mata o animal, pouco a pouco, e o impede de chegar à fase adulta.
    A nova técnica de combate à dengue foi estudada pela bióloga Margareth Capurro, da USP – Universidade de São Paulo, e aprovada pela CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. Por enquanto, a cidade de Itaberaba, na Bahia – onde os casos de dengue são frequentes – está servindo de cobaia para a experiência: mais de 10 mil mosquitos transgênicos foram soltos no município e outros 50 mil estão em “fase de fabricação”.
    Segundo os envolvidos na ação, a eficácia da técnica só poderá ser comprovada em cerca de 18 meses. Você bota fé no mosquito transgênico?
    Débora Spitzcovsky 4 de março de 2011
    Foto de Genilton José Vieira/Fiocruz

  7. TUDO DEPENDE DE NÓS
    O pensamento é energia que irradia por todo nosso corpo físico. É como uma usina distribuindo energia pela cidade a fora. Portanto, nós somos o que pensamos. Através do pensamento podemos trazer para nós, tanto a saúde como a enfermidade, dependendo da qualidade do pensamento, que são as energias boas ou más com que envolvemos nosso físico.
    Assim entendemos que tudo depende de nós. Toda enfermidade do corpo inicia-se na mente, a região do pensamento. Por ser a mente a região onde o pensamento atua, e o pensamento pertencendo ao espírito, dizemos que a enfermidade inicia no espírito, transmitindo-se ao corpo. É assim que se diz mente sã corpo são.
    O cérebro é o órgão onde o pensamento atua. E sendo o espírito que pensa automaticamente ele espírito está mais ligado ao cérebro, irradiando por todo físico. Portanto, o pensamento é a força eletromagnética do espírito. É assim que dizemos que o pensamento é a maior força que possuímos. É assim que em todas nossas realizações é o espírito que pensa primeiro, para depois o corpo que é a ferramenta, ou seja, o instrumento de trabalho do espírito que realiza o trabalho material.
    É assim que vamos gradativamente adquirindo nossa evolução individual ou coletiva em nosso planeta Terra. Depois que realizarmos todo trabalho necessário a nossa evolução aqui, passaremos para outros mundos realizando o progresso, que se faz necessário ali, a fim de atingirmos nossa evolução espiritual. Foi por isso que Jesus nos disse, na Casa de meu Pai há muitas moradas de acordo com o grau de evolução de cada filho seu.
    Dessa forma ele também nos disse nada se perde na Casa de meu Pai e todos retardatários terão novas oportunidades. É como o aluno repetente na escola que se submete a nova prova, até atingir o grau supremo, afim de que todos um dia poderemos estar com Ele na eternidade, foi assim que Jesus nos disse eu vou preparar-lhes o lugar, afim de que onde eu estiver todos vocês possam estar também!
    Que Jesus nos abençoe hoje e sempre.
    Graças a Deus.
    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER -27-03-2016 – ADDE

  8. NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO

    “Não se turbe o vosso coração; crede em Deus, crede também em mim.”
    (JOÃO, 14:1.)

    O coração humano vive inquieto e aflito, precisamente porque carece de fé, a virtude que gera e mantém a serenidade de espírito, a segurança inabalável, qualquer que seja a conjuntura em que nos encontremos.
    Por isso, o médico do corpo e da alma preceitua o remédio que cura todas as tribulações: “Crede em Deus, crede também em mim”.
    Crer em Deus é crer na vida, no testemunho positivo, concreto e real do Universo, desse Universo do qual fazemos parte integrante; é crer na infinita criação, nos mundos e nos sóis de todas as grandezas cujo número é incontável; é crer, em suma, nas realidades externas e internas, isto é, na vida que nos cerca e na vida que palpita em nosso eu, onde fala a inteligência, onde se manifesta a vontade, onde vibra o sentimento.
    Crer em Jesus é crer no Enviado de Deus, naquele através de cujo verbo nos é dado conhecer a verdade e em cujos exemplos podemos perceber e sentir o reflexo do maior e do mais excelente dos atributos divinos — o amor; crer em Jesus é crer na imortalidade comprovada na sua ressurreição e na ressurreição de todos os que tombam ao golpe inexorável da morte; crer em Jesus é crer na máxima sublimidade da vida, expressa em sua consagração em prol do bem e da felicidade de outrem.
    A fé, portanto, que o Mestre inculca a seus discípulos é aquela que se funda na aprovação de fatos incontestáveis, visíveis e palpáveis, que afetam os sentidos e a razão, as restritas possibilidades do homem e as imensas possibilidades do espírito. Essa fé nos conduz ao caminho da verdadeira Vida em sua expansão infinita e em sua eterna manifestação.
    Nessa infinita expansão da sua eterna manifestação, a Vida revela o seu objetivo, que consiste em conduzir a criatura ao Criador, mediante a lei incoercível da evolução.
    Semelhante fé, em realidade, redime o pecador, elevando, enobrecendo e santificando as almas.
    Não se turbe, pois, o nosso coração. Conquistemos paz e serenidade, firmeza e perseverança, crendo em Deus e no seu Cristo, através das provas animadas e veementes que a Vida mesma nos proporciona.

    (Na Seara do Mestre. Vinícius)

    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER – 22/05/2016

  9. PROLEGÔMENOS

    “Fenômenos que escapam às leis da ciência comum manifestam-se por toda parte. E revelam como causa a ação de uma vontade livre e inteligente.

    A razão nos diz que um efeito inteligente deve ter como causa uma força inteligente. E os fatos provaram que essa força pode entrar em comunicação com os homens através de sinais materiais.

    Essa Força, interrogada sobre sua natureza, declarou pertencer ao mundo dos seres espirituais que se despojaram do envoltório corporal do homem. Desta maneira é que foi revelada a Doutrina dos Espíritos.

    As comunicações entre o mundo espírita e o mundo corpóreo pertencem à Natureza e não constituem nenhum fato sobrenatural. É por isso que encontramos os seus traços entre todos os povos e cm todas as épocas. Hoje elas são gerais e evidentes por todo o mundo.

    Os Espíritos anunciam que os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal estão chegados c que, sendo os ministros de Deus e os agentes da sua vontade, cabe-lhes a missão de instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.

    Este livro é o compêndio dos seus ensinamentos. Foi escrito por ordem e sob ditado dos Espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional, livre dos prejuízos do espírito de sistema. Nada contém que não seja a expressão de seu pensamento e não tenha sofrido o seu controle. A ordem e a distribuição metódica das matérias assim como as notas e a forma de algumas partes da redação constituem a única obra daquele que recebeu a missão de o publicar.
    No número dos Espíritos que concorreram para a realização desta obra, há muitos que viveram em diferentes épocas na Terra, onde pregaram e praticaram a virtude e a sabedoria. Outros não pertencem, por seus nomes, a nenhum personagem de que a História tenha guardado a memória, mas a sua elevação é atestada pela pureza de sua doutrina e pela união com os que trazem nomes venerados.
    Eis os termos em que nos deram, por escrito e por meio de muitos médiuns, a missão de escrever este livro:

    “Ocupa-te, com zelo e perseverança, do trabalho que empreendeste com o nosso concurso, porque esse trabalho é nosso. Nele pusemos as bases do novo edifício que se eleva e um dia deverá reunir todos os homens num mesmo sentimento de amor e caridade; mas, antes de o divulgares, revê-lo-emos juntos afim de controlar todos os detalhes.

    “Estaremos contigo sempre que o pedires, para te ajudar nos demais trabalhos, porque esta não é mais do que uma parte da missão que te foi confiada e que um de nós já te revelou.

    “Entre os ensinamentos que te são dados, há alguns que deves guardar somente para ti, até nova ordem; avisaremos quando chegar o momento de os publicar. Enquanto isso, medita-os, a fim de estares pronto quando te avisarmos.

    “Porás no cabeçalho do livro o ramo de parreira que te desenhamos porque é ele o emblema do trabalho do Criador (1). Todos os princípios materiais que podem melhor representar o corpo e o Espírito nele se encontram reunidos: o corpo é o ramo; o Espírito é a seiva; a alma ou o Espírito ligado à matéria é o bago. O homem quintessência o Espírito pelo trabalho e tu sabes que não é senão pelo trabalho do corpo que o Espírito adquire conhecimentos.

    “Não te deixes desencorajar pela crítica. Encontrarás contraditares encarniçados, sobretudo entre as pessoas interessadas em trapaças. Encontra-los-ás mesmo entre os Espíritos, pois aqueles que não são completamente desmaterializados procuram, muitas vezes, semear a duvida, por malícia ou por ignorância. Mas prossegue sempre; crê em Deus e marcha confiante: aqui estaremos para te sustentar e aproxima-se o tempo em que a verdade brilhará por toda parte.

    “A vaidade de certos homens, que julgam saber tudo e tudo querem explicar a seu modo, dará nascimento a opiniões dissidentes. Mas, todos os que tiverem em vista o grande princípio de Jesus se confundirão num só sentimento: o do amor do bem e se unirão por um laço fraterno, que prenderá o mundo inteiro. Estes deixarão de lado as miseráveis questões de palavras, para só se ocuparem com o que é essencial. E a doutrina será sempre a mesma, quanto ao fundo, para todos os que receberem comunicações de Espíritos superiores.

    “Com perseverança é que chegarás a colher os frutos de teus trabalhos. O prazer que experimentarás, vendo a doutrina propagar-se e bem compreendida, será uma recompensa, cujo valor integral conhecerás, talvez mais no futuro do que no presente. Não te inquietes, pois, com os espinhos e as pedras que os incrédulos ou os maus acumularão no teu caminho. Conserva a confiança: com ela chegarás ao fim e merecerás ser sempre ajudado.

    “Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso. O orgulho e a ambição serão sempre uma barreira erguida entre o homem e Deus. São um véu lançado sobre as claridades celestes, e Deus não pode servir-se do cego para fazer perceptível a luz.”

    São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente De Paula, São Luis, O Espírito da Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Franklin, Swendenborg, etc. etc. (2)

    (1) 0 ramo de parreira do início é o fac-símile do que foi desenhado pelos Espíritos

    (2) Certas pessoas estranham a reunião de tantos nomes veneráveis como signatários destas recomendações. Uma consulta aoitem XII – Da Identidicação dos Espíritos” – na “Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita” ( http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/introducao-ao-estudo-da-doutrina-espirita/ ), que abre este volume, esclarecerá o problema. (N. do T.)

    Fonte: O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Tradução de J. Herculano Pires.

    Imagens: Internet

    mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/prolegomenos-54718/#ixzz4BZrw03OE

  10. ALEGREI-ME QUANDO ME DISSERAM
    (SL.122.1)

    TEU LIVRO
    (A Bibliogênese de Israel que se estende e se consolida via internet)

    Querido Irmão Arnaldo Ribeiro:

    Agora perpetuamos a nossa existência na terra, legando vida espiritual aos irmãos encarnados, pelo livro que estás escrevendo juntamente conosco, graças a tua Providência Divina.

    Cada dia é uma página…

    Cada hora é uma afirmação de tua personalidade, através das pessoas e das situações que te buscam.

    Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno de teu nome.

    As boas obras são frases de luz que endereças à Humanidade inteira.

    Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma,grafas com tinta perene, a história de tua passagem.

    Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.

    A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia,gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.

    Não desprezes a companhia da indulgência, através da senha que o Senhor te deu a trilhar.

    Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos.

    Vive com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d’Ele em tuas ações de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bênçãos.

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/teu-livro/#ixzz1luanFdDP

    PROLEGÔMENOS

    “Fenômenos que escapam às leis da ciência comum manifestam-se por toda parte. E revelam como causa a ação de uma vontade livre e inteligente.

    A razão nos diz que um efeito inteligente deve ter como causa uma força inteligente. E os fatos provaram que essa força pode entrar em comunicação com os homens através de sinais materiais.

    Essa Força, interrogada sobre sua natureza, declarou pertencer ao mundo dos seres espirituais que se despojaram do envoltório corporal do homem. Desta maneira é que foi revelada a Doutrina dos Espíritos.

    As comunicações entre o mundo espírita e o mundo corpóreo pertencem à Natureza e não constituem nenhum fato sobrenatural. É por isso que encontramos os seus traços entre todos os povos e em todas as épocas. Hoje elas são gerais e evidentes por todo o mundo.

    Os Espíritos anunciam que os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal estão chegados e que, sendo os ministros de Deus e os agentes da sua vontade, cabe-lhes a missão de instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.

    Este livro é o compêndio dos seus ensinamentos. Foi escrito por ordem e sob ditado dos Espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional, livre dos prejuízos do espírito de sistema. Nada contém que não seja a expressão de seu pensamento e não tenha sofrido o seu controle. A ordem e a distribuição metódica das matérias assim como as notas e a forma de algumas partes da redação constituem a única obra daquele que recebeu a missão de o publicar.
    No número dos Espíritos que concorreram para a realização desta obra, há muitos que viveram em diferentes épocas na Terra, onde pregaram e praticaram a virtude e a sabedoria. Outros não pertencem, por seus nomes, a nenhum personagem de que a História tenha guardado a memória, mas a sua elevação é atestada pela pureza de sua doutrina e pela união com os que trazem nomes venerados.
    Eis os termos em que nos deram, por escrito e por meio de muitos médiuns, a missão de escrever este livro:

    “Ocupa-te, com zelo e perseverança, do trabalho que empreendeste com o nosso concurso, porque esse trabalho é nosso. Nele pusemos as bases do novo edifício que se eleva e um dia deverá reunir todos os homens num mesmo sentimento de amor e caridade; mas, antes de o divulgares, revê-lo-emos juntos afim de controlar todos os detalhes.

    “Estaremos contigo sempre que o pedires, para te ajudar nos demais trabalhos, porque esta não é mais do que uma parte da missão que te foi confiada e que um de nós já te revelou.

    “Entre os ensinamentos que te são dados, há alguns que deves guardar somente para ti, até nova ordem; avisaremos quando chegar o momento de os publicar. Enquanto isso, medita-os, a fim de estares pronto quando te avisarmos.

    “Porás no cabeçalho do livro o ramo de parreira que te desenhamos porque é ele o emblema do trabalho do Criador (1). Todos os princípios materiais que podem melhor representar o corpo e o Espírito nele se encontram reunidos: o corpo é o ramo; o Espírito é a seiva; a alma ou o Espírito ligado à matéria é o bago. O homem quintessência o Espírito pelo trabalho e tu sabes que não é senão pelo trabalho do corpo que o Espírito adquire conhecimentos.

    “Não te deixes desencorajar pela crítica. Encontrarás contraditares encarniçados, sobretudo entre as pessoas interessadas em trapaças. Encontra-los-ás mesmo entre os Espíritos, pois aqueles que não são completamente desmaterializados procuram, muitas vezes, semear a duvida, por malícia ou por ignorância. Mas prossegue sempre; crê em Deus e marcha confiante: aqui estaremos para te sustentar e aproxima-se o tempo em que a verdade brilhará por toda parte.

    “A vaidade de certos homens, que julgam saber tudo e tudo querem explicar a seu modo, dará nascimento a opiniões dissidentes. Mas, todos os que tiverem em vista o grande princípio de Jesus se confundirão num só sentimento: o do amor do bem e se unirão por um laço fraterno, que prenderá o mundo inteiro. Estes deixarão de lado as miseráveis questões de palavras, para só se ocuparem com o que é essencial. E a doutrina será sempre a mesma, quanto ao fundo, para todos os que receberem comunicações de Espíritos superiores.

    “Com perseverança é que chegarás a colher os frutos de teus trabalhos. O prazer que experimentarás, vendo a doutrina propagar-se e bem compreendida, será uma recompensa, cujo valor integral conhecerás, talvez mais no futuro do que no presente. Não te inquietes, pois, com os espinhos e as pedras que os incrédulos ou os maus acumularão no teu caminho. Conserva a confiança: com ela chegarás ao fim e merecerás ser sempre ajudado.

    “Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso. O orgulho e a ambição serão sempre uma barreira erguida entre o homem e Deus. São um véu lançado sobre as claridades celestes, e Deus não pode servir-se do cego para fazer perceptível a luz.”

    São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente De Paula, São Luis, O Espírito da Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Franklin, Swendenborg, etc. etc. (2)

    (1) 0 ramo de parreira do início é o fac-símile do que foi desenhado pelos Espíritos

    (2) Certas pessoas estranham a reunião de tantos nomes veneráveis como signatários destas recomendações. Uma consulta aoitem XII – Da Identidicação dos Espíritos” – na “Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita” ( http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/introducao-ao-estudo-da-doutrina-espirita/ ), que abre este volume, esclarecerá o problema. (N. do T.)

    Fonte: O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Tradução de J. Herculano Pires.

    Imagens: Internet

    mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/prolegomenos-54718/#ixzz4BZrw03OE

  11. A DISCIPLINA DO PENSAMENTO

    O pensamento, dizíamos, é criador. Não atua somente em torno de nós, influenciando nossos semelhantes para o bem ou para o mal; atua principalmente em nós; gera nossas palavras, nossas ações e, com ele, construímos, dia a dia, o edifício grandioso ou miserável de nossa vida presente e futura.

    Modelamos nossa alma e seu invólucro com os nossos pensamentos; estes produzem formas, imagens que se imprimem na matéria sutil, de que o corpo fluídico é composto. Assim, pouco a pouco, nosso ser povoa-se de formas frívolas ou austeras, graciosas ou terríveis, grosseiras ou sublimes; a alma se enobrece, embeleza ou cria uma atmosfera de fealdade.

    Segundo o ideal a que visa, a chama interior aviva-se ou obscurece-se. Não há assunto mais importante que o estudo do pensamento, seus poderes e sua ação. É a causa inicial de nossa elevação ou de nosso rebaixamento; prepara todas as descobertas da Ciência, todas as maravilhas da Arte, mas também todas as misérias e todas as vergonhas da humanidade.

    Segundo o impulso dado, funda ou destrói as instituições como os impérios, os caracteres como as consciências. O homem só é grande, só tem valor pelo seu pensamento; por ele suas obras irradiam e se perpetuam através dos séculos.

    O Espiritualismo experimental, muito melhor que as doutrinas anteriores, permite-nos perceber, compreender toda a força de projeção do pensamento, que é o princípio da comunhão universal. Vemo-lo agir no fenômeno espírita, que facilita ou dificulta; seu papel nas sessões de experimentação é sempre considerável.
    A telepatia demonstrou-nos que as almas podem impressionar-se, influenciar-se a todas as distâncias; é o meio de que se servem as humanidades do espaço para comunicarem entre si através das imensidades siderais. Em qualquer campo das atividades sociais, em todos os domínios do mundo visível ou invisível, a ação do pensamento é soberana; não é menor sua ação, repetimos, em nós mesmos, modificando constantemente nossa natureza íntima.

    As vibrações de nossos pensamentos, de nossas palavras, renovando-se em sentido uniforme, expulsam de nosso invólucro os elementos que não podem vibrar em harmonia com elas; atraem elementos similares que acentua as tendências do ser. Uma obra, muitas vezes inconsciente, elabora-se; mil obreiros misteriosos trabalham na sombra; nas profundezas da alma esboça-se um destino inteiro; em sua ganga o diamante purifica-se ou perde o brilho.

    Se meditarmos em assuntos elevados, na sabedoria, no dever, no sacrifício, nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades de nosso pensamento. É por isso que a prece improvisada, ardente, o impulso da alma para as potências infinitas, tem tanta virtude. Nesse diálogo solene do ser com sua causa, o influxo do Alto invade-nos e desperta sentidos novos.

    A compreensão, a consciência da vida aumenta e sentimos, melhor do que se pode exprimir, a gravidade e a grandeza da mais humilde das existências. A oração, a comunhão pelo pensamento com o universo espiritual e divino é o esforço da alma para a beleza e para a verdade eternas; é a entrada, por um instante, nas esferas da vida real e superior, aquela que não tem termo.
    Se, ao contrário, nosso pensamento é inspirado por maus desejos, pela paixão, pelo ciúme, pelo ódio, as imagens que cria sucedem-se, acumulam-se em nosso corpo fluídico e o entenebrecem. Assim, podemos à vontade fazer em nós a luz ou a sombra, o que afirmam tantas comunicações de além-túmulo. Somos o que pensamos, com a condição de pensarmos com força, vontade e persistência.

    Mas, quase sempre, nossos pensamentos passam constantemente de um a outro assunto. Pensamos raras vezes por nós mesmos, refletimos os mil pensamentos incoerentes do meio em que vivemos. Poucos homens sabem viver do próprio pensamento, beber nas fontes profundas, nesse grande reservatório de inspiração que cada um traz consigo, mas que a maior parte ignora.

    Por isso criam um invólucro povoado das mais disparatadas formas. Seu Espírito é como uma habitação franca a todos os que passam. Os raios do bem e as sombras do mal lá se confundem, num caos perpétuo. É o combate incessante da paixão e do dever, em que, quase sempre, a paixão sai vitoriosa. Antes de tudo, é preciso aprender a fiscalizar os pensamentos, a discipliná-los, a imprimir-lhes uma direção determinada, um fim nobre e digno.

    A fiscalização dos pensamentos implica a fiscalização dos atos, porque, se uns são bons, os outros sê-lo-ão igualmente, e todo o nosso procedimento achar-se-á regulado por uma concatenação harmônica. Todavia, se nossos atos são bons e nossos pensamentos maus, apenas haverá uma falsa aparência do bem e continuaremos a trazer em nós um foco malfazejo, cujas influências, mais cedo ou mais tarde, derramar-se-ão fatalmente sobre nossa vida.
    Às vezes observamos uma contradição surpreendente entre os pensamentos, os escritos e as ações de certos homens, e somos levados, por essa mesma contradição, a duvidar de sua boa-fé, de sua sinceridade. Muitas vezes não há mais do que uma interpretação errônea de nossa parte. Os atos desses homens resultam do impulso surdo dos pensamentos e das forças que eles acumularam em si no passado.

    Suas aspirações atuais, mais elevadas, seus pensamentos mais generosos traduzir-se-ão em atos no futuro. Assim, tudo se combina e explica quando se consideram as coisas do largo ponto de vista da evolução; ao passo que tudo fica obscuro, incompreensível, contraditório, com a teoria de uma vida única para cada um de nós.

    É bom viver em contato pelo pensamento com os escritores de gênio, com os autores verdadeiramente grandes de todos os tempos e países, lendo, meditando suas obras, impregnando todo o nosso ser da substância de sua alma. As radiações de seus pensamentos despertarão em nós efeitos semelhantes e produzirão, com o tempo, modificações de nosso caráter pela própria natureza das impressões sentidas.

    E necessário escolhermos com cuidado nossas leituras, depois amadurecê-las e assimilar-lhes a quintessência. Em geral lê-se demais, lê-se depressa e não se medita. Seria preferível ler menos e refletir mais no que se leu.

    É um meio seguro de fortalecer nossa inteligência, de colher os frutos de sabedoria e beleza que podem conter nossas leituras. Nisso, como em todas as coisas, o belo atrai e gera o belo, do mesmo modo que a bondade atrai a felicidade, como o mal atrai o sofrimento.
    O estudo silencioso e recolhido é sempre fecundo para o desenvolvimento do pensamento. É no silêncio que se elaboram as grandes obras. A palavra é brilhante, mas degenera demasiadas vezes em conversas estéreis, às vezes maléficas; com isso, o pensamento se enfraquece e a alma esvazia-se. Ao passo que na meditação o Espírito se concentra, volta-se para o lado grave e solene das coisas; a luz do mundo espiritual banha-o com suas ondas.

    Há em volta do pensador grandes seres invisíveis que só querem inspirá-lo; é à meia-luz das horas tranqüilas ou então à claridade discreta da lâmpada de trabalho que melhor podem entrar em comunhão com ele. Em toda parte, e sempre uma vida oculta mistura-se com a nossa.

    Evitemos as discussões ruidosas, as palavras vãs, as leituras frívolas. Sejamos sóbrios em relação aos jornais, pois a sua leitura, fazendo-nos passar continuamente de um assunto para outro, torna o Espírito ainda mais instável.

    Texto do Livro: O Problema do Ser, do Destino e da Dor
    Autor: Leon Denis

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/a-disciplina-do-pensamento/#ixzz4OIGX1bC6

  12. BÍBLIA:O LIVRO DO QUAL NADA SE SABE
    Título provocatório? Nem pensar.
    O seguinte artigo é parte duma conferência de Mauro Biglino que, como sabemos, é um académico especializado na tradução do antigo hebraico. Sabemos também como o termo Elohim (que na Bíblia é utilizado para indicar “Deus”) seja na verdade um pronome substantivo singular ou plural, dependendo o sentido do verbo e/ou do adjectivo que seguem.

    Mas vamos além disso.
    É possível escrever um livro de receitas para fazer o pão, livro no qual não existem os termos “Farinha”, “Água” e “Amassar”? Complicado, não é? A resposta é “Não”, não podemos escrever um livro de receitas de pão sem utilizar aqueles termos. Mas isso é exactamente o que acontece no Antigo Testamento (de seguida: A.T.).

    O idioma no qual foi escrito o A.T. não tem o termo “Deus”. Não tem o termo “Eternidade”. Não tem o verbo “Criar”. Este é o dado do qual partimos. E visto que não é possível escrever um livro nestas condições, a lógica consequência é que a Bíblia não fala de Deus. Pronto, seria possível acabar aqui porque no antigo hebraico não existem os termos Deus, Eternidade ou Criação: portanto é impossível que a Bíblia fale de Deus.

    Mas vamos fazer um esforço: se os termos citados não existem, como é que a Bíblia sempre foi considerada qual livro sagrado, inspirado directamente por Deus? A resposta é: fantasia teológica. Com a Bíblia podemos só “fazer de conta que…”.

    “Deus”
    Na Bíblia original o termo “Deus” não existe. Não é uma afirmação feita por um possuído, é a afirmação da exegese hebraica (exegese, em âmbito filológico, é uma explicação ou interpretação crítica de um texto, particularmente de um texto religioso): no antigo hebraico não existe um único termo que signifique ou exprima o conceito de “Deus”. Se num idioma não existe o termo “Deus” é porque não existe o conceito de Deus: cada palavra é a elaboração dum conceito pré-existente. Nada de palavra “Deus”? = Nada de conceito de Deus. E vice-versa. Muito simples. Esta não é uma questão de interpretação, este é um facto, perguntem a qualquer linguista.

    “Eternidade”
    Peguem num qualquer dicionário de hebraico e aramaico bíblicos, como por exemplo aquele da Sociedade Bíblica Britânica (página 304) e procurem o termo olam, que na Bíblia é sempre traduzido como “Eternidade”: no referido dicionário, a primeira coisa escrita é “Não traduzir como eternidade”. Olam é um tempo “muito comprido” mas não eterno. Por qual razão a Bíblia traduz sempre olam com “eternidade”?

    “Criação”
    É possível encontrar em rede estudos conceituados no qual é afirmado que na Bíblia não existe nenhum Deus criador. A razão? Bara, termo do antigo hebraico que a Bíblia traduz como “criação”, indica mais simplesmente “intervir numa situação já existente para modifica-la”. Procurem o rabino Edward Greenstein, Professor Bíblico na Universidade de Tel Aviv, na Universidade Bar-Ilan e na Jewish Publications Society de New York (onde são admitidos só rabinos, sendo a instituição o topo mundial das publicações de estudos teológicos hebraicos): Greenstein escreve que “a história do primeiro capítulo da Génesis é na realidade uma sucessão de divisões”. A Génesis não fala de “criação” mas de “divisões” operadas pelos tais Elohim com o fim de tornar uma situação preexistente algo mais idóneo do ponto de vista das suas necessidades. Nenhum filólogo traduz bara com “criar”: essa é uma tradução sucessiva, introduzida por necessidades teológicas.

    Resumindo: na Bíblia não há o conceito de Deus, falta o conceito de Eternidade e nunca se fala duma Criação. O A.T. não fala da origem do Universo, não fala dum Deus criador, nem fala dum Deus.
    Este é um facto.
    Quem escreveu a Bíblia?

    O Profeta Isaías
    A Bíblia é um livro (melhor: um conjunto de livros) do qual sabemos praticamente nada. Os autores?

    Foram dezenas de indivíduos dos quais, outra vez, nada sabemos. Alguém, numa determinada altura, decidiu reunir uma série de escritos e tradições orais para criar o cânone bíblico, o conjunto de 46 livros considerados pela Igreja Católica como verdadeiros.

    Os Protestantes têm 39 livros “verdadeiros”. Os hebraicos têm também 39 livros. Os cristãos coptas têm 39 livros (que são os mesmos dos hebraicos) mais outros que não são considerados “verdadeiros” nem pelos hebraicos nem pelos outros cristãos. Os Samaritanos têm 6 livros “verdadeiros”, os outros são considerados como falsos.

    Na prática, os livros “verdadeiros” dependem do lugar onde nascemos.

    Mas voltemos aos autores. Os primeiros 5 livros que formam o Pentateuco, tradicionalmente atribuídos à Moisés, foram escritos depois do exílio babilonês, portanto no V século a.C.. Isso significa, no mínimo, 7 séculos depois de Moisés. 700 anos. Imaginem escrever hoje um livro acerca de vida e obras dum indivíduo que viveu na altura em que a América nem tinha sido descoberta pelos Europeus.

    E mais: no tempo de Moisés o idioma hebraico não existia. A primeira prova da língua hebraica antiga é do X século a.C. e é composta por um alfabeto proto-hebraico encontrado no sitio de Tel Satia. Ou seja: pelo menos 300 anos depois de Moisés.
    Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
    Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

    O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

    Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

    Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

    É como se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações.
    Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
    Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

    O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

    Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

    Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

    É com se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações?
    Qual Bíblia?

    A Torah

    Acabou? Nem por isso.

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/paginas-de-internet-espiritas/biblia-o-livro-do-qual-nada-se-sabe/#ixzz3umCOTq7q

  13. DA RELIGIÃO À LOUCURA…

    Nos bancos da catequese aprendia-se que a religião não se discute. Este princípio cohabitava com outro igualmente estranho, a saber, a nossa religião é a única verdadeira.
    Em termos práticos, isto significava: Deus não se põe em causa; o binómio fé e não fé eram impensáveis; dúvida e descrença eram sinónimas; proibição da leitura da Bíblia por ser miisteriosa e os seus textos não estarem ao alcance de todos; os ateus são gente do diabo; a Ciência era vista com desconfiança, donde aderir às suas inovações era tido como prática desviante da fé. Tudo era pesado numa balança tendenciosa de moral versus imoral, de tal forma que a religião pensava pelos fiéis, criava normas comportamentais verdadeiramente impraticáveis, excluindo os seus interessses pessoais. O bom crente era aquele que abdicava de si, que pensava exclusivamente no outro, ou quase, sem objectivos particulares.
    Longe da felicidade, a religião era o inferno deste mundo, o pecado que mortificava o desejo de progresso, de prazer, de liberdade, que rebaixava a vida enquanto valor supremo, sacrificando-a em nome de uma panóplia de príncipios criadores de tipos psicóticos perigosos, neuroses que se sedimentaram progressivamente no inconsciente colectivo, facto que, mediante os últimos acontecimentos, prolongou-se até aos nossos dias.
    Assim, verificamos, sem a necessidade de grandes reflexões, que religião e loucura têm sido sinónimas, para os racionalistas, santidade para os seus mais altos dignatários. Iludindo os povos de que em nome de Deus tudo é permitido, na defesa ideológica do grupo religioso, porque transmissor de toda a verdade, inventaram a impunidade num mundo qualquer a que cinicamente chamam reino de deus , onde crêem que vão receber a gratificação pelos seus bons serviços: a desvaloração da vida humana.
    Contra a alucinação (falar em nome de outro, de um grupo, de Deus, imposição das suas próprias convicções e princípios particulares como máximas universais, em casos mais graves, cósmicas), a Razão impõe-se denunciando a estupidificação das mentes; a Tecnologia o conforto, facilitando tarefas. Os povos, inevitavelmente, foram aderindo, rendendo-se às facilidades, ao alívio da força muscular; a Medicina evoluíu, as condições de sobrevivência melhoraram com as vacinas, os antibióticos, a melhoria das condições de higiene impõs-se, veemente. Por outras palavras, o Bem cresceu pela mão da Razão, pelo livre pensamento, coisa que a Religião nunca soube fazer. A Educação, ao alcance de todos, tornou-se objecto de consumo como outra coisa qualquer.
    Hoje, caminha-se para uma autonomia do Estado, face ao religioso, porque a História também amadurece, os cidadãos politizam-se, a laicização torna-se, consequentemmente, uma necesssidade imperiosa, democratizadora do religioso. A Moral, lentamente, regressou às suas origens. É anterior à Religião.
    Contudo, se a Religião teimar em permanecer na intolerância, se continuar a confundir-se com a Fé, prevalecerá não como caminho para Deus, mas uma grotesca, disforme e instável presença no mundo, isto é, está a mais. Infantilizando a fé e remetendo-a para segundo plano, a Religião tem abafado a individualidade do crente na infamante tentativa de o moldar a uma autoridade fictícia, criadora de teologias da dominação, raíz de sofrimentos, de discriminação de toda a ordem, criadora de morais desfasadas, descontextualizadas, imprudentes e mesquinhas. Ou muda e adapta-se às novas vivências, ao emergente progresso do Espírito, grito incessante da procura da Luz, abandonando a omnipotência de um saber que não possui, ou tornar-se-à estéril, pueril, desnecessária porque contrária ao grande objectivo dos homens e das mulheres, a Felicidade, bem como no encontro de ambos rumo a vivências maiores. O mundo é masculino e feminino que, pela sabedoria de um Criador supremo, se atraiem mutuamente.
    A Fé tem poderes e forças que a Religião jamais terá; a Fé transporta montanhas, perdoa, é inerente a todo o ser humano; a Religião é para alguns, aqueles que se lhe subjugam, fracos, acríticos; a Fé é libertadora, remete para a Divindade, a Religião desconhece os caminhos da individualidade.
    Os povos crescem em valores, enfatizam-nos na complexidade histórica das épocas charneira para as suas mudanças; com tudo o que os caracteriza, fez deles lições. Por todo o lado, impõem-se os símbolos, as lutas que os envolveram. Podemos dizer que o mundo é mesmo assim? O tic-tac do relógio existêncial, que nos faz lembrar que o passado vai-se enterrando, dá novos tempos ao tempo. A Religião tem que enterrar as velharias. Já não há herdeiros e tradições porque a Democracia impõe-se como modernidade na partilha de valores em que a cidadania é o mais importante. Religião nâo pode significar colisão.
    A Religião discute-se, quando desvalora a Vida, quando pretende sobrepor-se aos Direitos Humanos, desvalorando-os; quando combate a Liberdade em todos os seus aspectos; quando prega o impraticável; quando os seus representantes não dão exemplo aos fiéis. A Fé é uma graça suprema, é uma força que emana da alma e faz ter coragem para enfrentar o dia que nasce, mas ela é, principal e inevitavelmente, um sopro de Amor para com todo o ser-vivo.
    Um valor supremo, porém, nos era transmitido na catequese: se Deus nos deu a vida, só Ele no-la pode tirar, porque a Vida é o Divino dentro de nós. As religiões não podem manipular a fé, rumando contra a vida. Somos todos irmãos e é como irmãos que temos que aprender a viver, num mundo que chega e sobra para todos. Quando a Religião perceber isto, confundir-se-à com a Fé, e nessa altura será outra coisa, não importa o quê porque será, com toda certeza, uma coisa muito boa.
    A grande questão, a saber, o que é a salvação, vamos salvar-nos do quê, de que devemos fugir para entrar no Reino de Deus, o que é assim tão temeroso e forte que nos pode barrar a sua entrada, não é aflorado.
    Todas são correntes pedagógicas, o que é de revelar, mas ensinaram mediante uma adesão cega aos seus princípios subjugadores. É louvável ensinar a ler e a escrever, se com isso se ensinar a pensar; ensinar Ciências Naturais é extraordinário, desde que seja feita a destrinça entre a Criação segundo o Génesis e a Criação segundo a Ciência; a Arca de Noé e a Evolução das Espécies; a natural extinção de espécies e o surgimento de outras; o tempo de existência da Terra, etc.; ensinar a diferença entre a explicação científica e a proclamação bíblica.
    O sabe tudo religioso não pode ser um substituto do pouco saber da Ciência, que rejeita o não provado, nem o colocar de alguma questão fora do ram-ram estupificador dos bonzinhos, dos pobrezinhos e dos aleijadinhos ser uma tentação do demónio, o a riqueza fonte de vícios, o conforto luxo pecador.
    Tudo isto perdurou, numa sociedade que cresce tecnologicamente a um ritmo avassalador, com a Ciência a impor a força da Razão, num ambiente de liberdade sexual, onde o prazer é partilhado e não mais a subjugação de um sexo perante o outro, numa luta sem tréguas, ainda, pela laicização do Estado, o grande cavalo de batalha das democracias ocidentais.
    Se o religioso não arrepiar caminho, não abandonar a arrogância, não se empenhar na modernidade, se rejeitar que vivemos num mundo de diferentes, pluralista, multicor, iremos todos desaparecer absorvidos pela opressão, pelo terror e pelo impulso dos instintos; mas antes, porém, seremos levados, inevitavelmente, à loucura, na luta instintiva pela sobrevivência em vez de na procura da santidade na prática virtuosa do Bem. Somos todos hindus, muçulmanos, judeus e cristãos. Ora nascemos num lado, ora no outro do planeta, porque a Fé é transversal a todos. Se a Religião não começar a ensinar a amar, e rapidamente, estaremos perdidos. Que Deus tenha piedade de nós.

    Margarida Azevedo

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/da-religiao-a-loucura/#ixzz4OlOxEb4x

  14. EINSTEIN E EU

    Bom-dia! queridos irmãos.

    O progresso é Lei Natural. Todos nós temos consciência dessa verdade, mas facilmente deixamo-nos abater pelo desânimo ou pela descrença na utilidade do esforço necessário para consegui-lo, embora continuamos aguardando novas condições de vida.

    Em O Livro dos Espíritos encontramos o esclarecimento necessário:

    “O homem traz em si o impulso de progredir ou o progresso é apenas fruto de um ensinamento? – O homem se desenvolve naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e do mesmo modo; é assim que os mais avançados ajudam pelo contato social o progresso dos outros.”

    A diferença entre o progresso adquirido por cada um se dá em função da consciência individual e do esforço aplicado, porque a liberdade de escolha entre progredir e estacionar é sempre pessoal. É uma questão de valores morais.

    O genial Albert Einstein opina:

    “Sabemos como é a vida: num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim. Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter. Afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor. Só depende de nós, das nossas escolhas…
    Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem me faz perceber que valeu a pena. Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é só consequência.

    Progredir significa mudança, e o Espírito sempre experimentará tal necessidade. Se pode, como nos ensina a Doutrina Espírita, estacionar-se, mas, mais cedo ou mais tarde, algo ocorrerá no íntimo do Espírito que o fará movimentar-se para novo estágio. É da Lei.

    O professor e escritor Leo Buscaglia fala do processo íntimo da mudança:

    “A mudança é o resultado final de todo o aprendizado verdadeiro. A mudança envolve três aspectos: primeiro, uma insatisfação consigo, um sentimento de vazio ou a necessidade; segundo, uma decisão de mudar, para preencher o vazio ou a necessidade; e terceiro, uma dedicação consciente ao processo de crescimento e mudança, o ato intencional de fazer a mudança, de fazer alguma coisa.”

    Depreende-se que a mudança, por ser opção pessoal, é gerada pelo conhecimento, após a resolução de conflitos íntimos do Espírito. Sobre esses embates conscienciais a Benfeitora Joanna de Ângelis nos esclarece:

    “A batalha mais difícil de ser travada ocorre no teu mundo íntimo. Ninguém a vê, a aplaude ou censura. É tua. Vitória ou derrota pertencerá a ti em silêncio. Nenhuma ajuda exterior poderá contribuir para o teu sucesso, ou conjuntura alguma te levará ao fracasso.”

    A Benfeitora não está falando que o quê vem de fora não nos influencia, mas sim que a vontade, a aceitação e o consentimento pessoal é que decidirão o resultado. O Espírito, enquanto Ser Pensante, é que fará a diferença.
    De minha parte, fico pensando, não há outra saída, preciso me modificar para melhor, e com urgência, para que coisas novas aconteçam, porque estacionar já é sinal de insanidade, e afinal de contas, como também falou o grande Albert Einstein:
    “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes.

    Antônio Carlos Navarro

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/einstein-e-eu/#ixzz41xQCqWrV

    A POTÊNCIA DO AMOR – Por Einstein

    Fragmento da última carta de Einstein à sua filha Lieserl!

    O Amor…

    Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.

    Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.

    Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.

    É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.

    Esta força universal é o Amor.

    Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
    O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
    O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.
    O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.
    O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.

    Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.

    Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.

    Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Si no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.

    Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.

    Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.

    Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.
    Porém, cada indivíduo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.

    Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.

    Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.

    Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta.

    Seu pai,
    Albert Einstein ”
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  15. ALEPPO: EU NÃO SOU OCIDENTAL…

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    Aleppo, cidade mártir da Síria, ficará na História como uma das maiores vergonhas da Humanidade, no início do século XXI.

    500 mil pessoas mortas em 5 anos (dados de Dez de 2016), numa guerra civil alimentada pelos “Senhores da Guerra” de todo o mundo.

    Quem está “bem”, em “paz e sossego”, assobia para o lado, fingindo não ver.

    Quando dos atentados terroristas em Paris, em Novembro de 2015, morreram mais de 100 pessoas, e os dirigentes de todo o mundo desfilaram, de braço dado, em plena capital francesa, numa união contra o terror.

    Em 3 de Janeiro de 2015, na Nigéria, o grupo terrorista Boko Haram – o mesmo grupo que sequestrou centenas de meninas de uma escola nigeriana – atacou o vilarejo de Baga e pode ter matado de 150 até 2 mil pessoas, além de atear fogo em toda a cidade.

    Nem no caso africano, nem no Sírio, vimos tanto empenho como em Paris (nas ruas, nos jornais, nas redes sociais) por parte dos ocidentais, consternados e “unidos” em torno de um massacre de mais de 100 pessoas, em França.
    Não estamos a falar de números, estamos a falar de pessoas, estamos a falar de hipocrisia humana, de egoísmo de alto nível, de falta de ética, falta de moral, falta de princípios de toda a ordem.

    O Ocidente “civilizado” revolta-se contra os “seus” mortos, e esquece os mortos de outros países.

    O Ocidente esquece-se que viajamos todos dentro e um grande avião chamado Terra, com 7,4 mil milhões de passageiros, e não se apercebe da suprema estupidez que é haver guerras dentro de um avião, entre passageiros de classe executiva e classe econômica.

    O egoísmo é a causa de todos os males.

    Fazer ao próximo o que desejaríamos para nós, eis a solução

    preconizada por Jesus de Nazaré, há 2 mil anos

    Allan Kardec, o eminente sábio francês que compilou a Doutrina dos Espíritos (ou Espiritismo), perguntou aos Espíritos, na questão 913, em “O Livro dos Espíritos”, de entre os vícios, qual o pior deles todos. Os Espíritos superiores responderam:

    “Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo… Ele neutraliza todas as outras qualidades”.

    Quem viajasse num avião com 300 pessoas, e ignorasse os desacatos ocorridos na parte de trás do mesmo, pensando estar a salvo na classe executiva, demostraria não só um alto grau de egoísmo, como uma enorme estupidez, insensatez e loucura.
    Nós, ocidentais, viajamos em classe executiva, neste grande avião Terra, que voa a cerca de 107.000 Km/h em volta do Sol, e somente por pouca evolução espiritual, tremendo egoísmo, enorme insensibilidade e indiferença, preocupamo-nos com o nosso bem-estar e o do nosso vizinho, sem cogitar das necessidades alheias de quem pode menos do que nós, de quem precisa mais do que nós.

    O Espiritismo demonstra que somos Espíritos imortais, que a Vida continua e que a reencarnação é uma realidade, onde cada um colhe hoje o que semeou em outras vidas, de bom e de mal.

    É urgente divulgar o Espiritismo, para que as pessoas se tornem espiritualistas, entendam o porquê da vida, quem somos, de onde viemos e para onde vamos, bem como que, fora da caridade não há salvação, isto é, a fraternidade é o único caminho que nos leva ao bem-estar interior e à paz social.

    Eu sou passageiro do avião Terra, colocaram-me em executiva à nascença, na fila Portugal, mas não me conformo com a mortandade lá atrás, apesar dos “tripulantes de bordo” me dizerem que esteja quieto, que está tudo bem.

    Na Terra, ninguém tem nacionalidade, somos todos vizinhos, nesta aldeia global, e amanhã, pelo fenômeno natural (e comprovado cientificamente) da reencarnação, poderemos reencarnar noutro país qualquer, desde que isso seja útil para a nossa evolução moral e intelectual.

    Desculpem-me, mas, neste voo, eu não sou ocidental, sou apenas um viajante, temporariamente em executiva.

    É preciso fazer a paz… dentro e fora de nós!

    José LucaClique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/aleppo-eu-nao-sou-ocidental/#ixzz4VH71NKOP

    CASTIGOS NA VISÃO ESPIRITA
    Os Espíritos maus, egoístas e duros, logo após a morte, são entregues a uma dúvida cruel sobre o seu destino presente e futuro. Olham em torno de si e, a princípio, não vêem nenhum assunto sobre o qual possam exercer a sua influência má e o desespero se apodera deles, porque o isolamento e a inação são intoleráveis para os maus Espíritos.

    Não levantam o olhar para os lugares habitados pelos puros Espíritos; consideram o que os cerca, e em breve, tocados pelo abatimento dos Espíritos fracos e punidos, lançam-se a eles como a uma presa, armando-se com a lembrança de suas faltas passadas, freqüentemente reveladas por seus gestos irrisórios.

    Não lhes bastando esta zombaria, caem sobre a Terra como abutres esfaimados; procuram entre os homens a alma que dará mais fácil acesso às suas tentações: delas se apoderam, exaltam-lhe a cobiça, procuram extinguir a fé em Deus e quando, enfim, donos de sua consciência vêem a presa dominada, estendem sobre tudo o que se aproxima de sua vítima o contágio fatal.

    O Espírito mau que dá vazão à sua raiva é quase feliz; apenas sofre nos momentos em que não age ou quando o bem triunfa sobre o mal.

    Entretanto, passam os séculos; o mau Espírito sente-se de súbito invadido pelas trevas. Aperta-se o seu círculo de ação, sua consciência, até então muda lhe faz sentir as pontas aceradas do arrependimento.

    Inativo, arrastado no turbilhão, vaga, sentindo, como diz a Escritura, o pêlo de sua carne se eriçar de pavor; em breve um grande vazio se faz nele e ao seu redor; chegado o momento, deve expiar; lá está, ameaçadora, a reencarnação; ele vê, como numa miragem, as provas terríveis que o esperam; quereria recuar, mas avança e, precipitado no abismo escancarado da vida, rola apavorado até que o véu do desconhecimento lhe cai sobre os olhos.
    Vive, age, ainda culpado; sente em si não sei que lembrança inquieta, que pressentimentos que o fazem tremer, mas não fazem recuar no caminho do mal. Esgotado de forças e de crimes, vai morrer. Estendido sobre o catre ou sobre o leito, que importa! o homem culpado sente, sob aparente imobilidade, mover-se e viver um mundo de sensações esquecidas! Sob as pálpebras fechadas, vê surgir um clarão, ouvir sons estranhos; sua alma, que vai deixar o corpo, agita-se impaciente, enquanto as mãos crispadas procuram agarrar-se aos lençóis; quereria falar, gritar aos que o cercam: Segurem-me! vejo o castigo! Não pode: a morte se fixa sobre os lábios descorados, e os assistentes dizem: Ei-lo em paz!

    Entretanto, ouve tudo; flutua ao redor do corpo que não quer abandonar; uma força secreta o atrai; vê, reconhece o que já viu. Transtornado, lança-se no espaço, onde quer esconder-se. Não há mais retiro! Não há mais repouso! Outros Espíritos lhe devolvem o mal que ele fez e, castigado, ridicularizado, confuso por sua vez, ele erra e errará até que o divino clarão deslize sobre seu endurecimento e o esclareça, para lhe mostrar o Deus vingador, o Deus triunfante de todo o mal, que ele só poderá apaziguar à força de gemidos e expiações.

    (Espírito Georges – R. E. 1860).

    Obs.: Nunca foi esboçado um quadro mais eloqüente, mais terrível e mais verdadeiro da sorte do mau. É então necessário recorrer à fantasmagoria das chamas e das torturas físicas? ( A. K. ).

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    AH! SE EU SOUBESSE…

    SUICÍDIO, UM ATO TENEBROSO
    A se eu soubesse…
    Que cada manhã fosse tão importante.
    Se eu soubesse que cada dia é uma dádiva.
    Se eu soubesse…
    Se eu soubesse que viver era tão importante.
    Que meu egoísmo, minha rebeldia era tudo inútil.
    Se eu soubesse que acordar toda manhã era tão magnífico.
    Que trabalhar era tão prazeroso…
    Porque reclamei tanto? Por quê?
    Por rebeldia findei meus dias.
    Por rebeldia hoje sofro.
    Por incredulidade descobri que por maiores que fossem meus problemas, nada, nada valeria esse sofrimento…
    Se eu soubesse que morrer era tão doloroso, nunca faria o ato tenebroso que cometi.
    Hoje acredito no erro que cometi, hoje, depois que acordei para os meus problemas, orei a Deus e nessa oração a luz se fez presente.
    Hoje peço perdão a Deus e a minha família e que um dia possa reparar o grande equivoco que cometi.
    Danilo.
    Psicografia recebida em 2016.
    Médium: Luciano C.

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  16. SATANÁS E DIABOS NÃO SÃO BEM ESPÍRITOS E OS DEMÔNIOS SOMOS TODOS NÓS!
    VIVA JESUS!

    Boa-tarde! queridos irmãos.
    Um dos mais graves problemas do cristianismo é a confusão que os teólogos primitivos fizeram com os espíritos, anjos, diabos, demônios, satã, satanás, Espírito Santo, lúcifer etc., cuja existência nós não negamos, mas apenas discordamos das interpretações erradas que lhes foram atribuídas, pois os teólogos fizeram uma confusão dos diabos com eles, misturando-os com questões mitológicas, das quais, inclusive, os autores sagrados receberam influência, colocando-as na própria Bíblia. Veja-se, por exemplo, o capítulo 12 do Apocalipse.
    Essa salada teológica enfraquece a crença nas verdades cristãs, e é um prato cheio para os materialistas fazerem suas chacotas contra o espiritualismo, com o objetivo de desacreditá-lo e reforçar suas ideias ateias. Por isso, a exemplo da doutrina espírita, os demais seguidores do Mestre dos mestres deveriam estudar e esclarecer esses assuntos em defesa do cristianismo. Os padres e pastores formados em curso superior de teologia e Bíblia sabem o significado verdadeiro dos termos que estamos abordando, mas agem como se nada soubessem sobre essas questões! Lúcifer (eosforo em grego) passou para o latim como o substantivo “luce” (luz) e o verbo “ferre” (transportar), que, literalmente, significam porta-luz, aurora, estrela da manhã. Não se trata bem de um Espírito, mas de uma metáfora da inteligência. Também Paris é chamada de Cidade Luz, ou seja, cidade da inteligência, da cultura. Lúcifer é símbolo da inteligência de anjos (espíritos), a qual comandou a rebelião deles contra Deus. Lúcifer simboliza também a nossa inteligência voltada para o mal, contra o amor, contra Deus, isto é, a favor do chamado pecado. Mas disso podemos concluir que no céu nem tudo é um mar de rosas, nem tudo é paz, o que reforça a ideia atual entre os teólogos de que o céu não é um lugar geográfico como se pensava antigamente. E, na verdade, essa palavra céu na Bíblia é no plural: céus, que quer dizer Universo, cosmos. E Jesus disse que o reino dos céus está dentro de nós mesmos, isto é, onde estiver o Espírito, encarnado ou desencarnado e em qualquer parte do Universo, daí céus. Assim é que o Pai Nosso em latim da Vulgata Latina (primeira tradução da Bíblia para o latim, por São Jerônimo, lá pelo ano de 400) diz “Pater noster qui es in coelis” (céus).
    E diabo (opositor) e satã ou satanás (adversário), na prática, substituíram a palavra lúcifer. São opositores ou adversários de Deus, do bem, do Eu Superior (Espírito) que nós somos, opositor e adversário que são o nosso ego ou eu menor, corporal, que se opõe ao espírito. Indevidamente, diabo e satanás passaram a significar também Espíritos maus.
    Assim também aconteceu com a palavra demônio (“daimon” em grego, plural “dimones”), que, originariamente, na Bíblia e outras obras gregas antigas, significa alma ou espírito humano desencarnado e não necessariamente um espírito mau. De fato, se demônio é alma, há almas boas também e até santas. Por que Jesus só tirava demônios maus das pessoas, pois, demônios bons não atormentam ninguém, então as pessoas passaram a entender que todo demônio é mau.
    Esse erro é um dos mais graves do cristianismo, pois devemos entender as palavras bíblicas de acordo com o significado delas na época em que os textos bíblicos foram escritos!

    José Reis Chaves
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    VAMOS TRABALHAR NO INFERNO?

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    O convite é sério, embora possa não parecer. Você irá entender após a história que vou narrar com as minhas palavras e que pertence à literatura espírita. Vamos lá.

    Conta-se que um Espírito chegou às elevadas esferas da espiritualidade para adentrar as regiões celestiais dos bem-aventurados, da qual ele se fizera merecedor, segundo os seus cálculos. Vestia-se com uma túnica branca resplandecente de luz. De tão elevado se apresentava que os seus pés não tocavam o chão, volitava.

    Dirigiu-se ao Emissário divino responsável por aquelas paragens celestiais e solicitou a permissão para entrar naquele local de bonança indescritível. O emissário, porém, de olhar arguto e com longa experiência, disse ao postulante àquelas paragens de luz que antes precisava fazer algumas perguntas a ele para confirmar o direito ao qual se julgava merecedor. O candidato à felicidade indescritível não se fez de rogado e colocou-se à disposição das indagações a ele endereçadas.

    Perguntou-lhe então, o Emissário, se ele tinha incorporado as grandezas do amor, e a resposta foi afirmativa. Em seguida foi-lhe perguntado sobre o dom da sabedoria que também recebeu a mesma resposta. Indagado sobre o exercício da caridade e da paciência, o candidato confirmou suas experiências. Sobre a fé não havia nenhuma dúvida, ele sempre confiara na Providência Divina. No combate aos vícios, o postulante não deixava nada a desejar.
    Entretanto, ao Emissário divino, algo estava errado com aquele candidato ao paraíso. Num momento de inspiração fez uma pergunta muito direta ao interessado: você, meu irmão, que se veste de roupas muito alvas, por acaso já trabalhou no inferno?

    “Como?!” – indignou-se ele. “Então eu poderia ter trabalhado em tal lugar e manter-me na pureza em que me apresento nessa ocasião?!”.

    O Emissário divino percebeu que tinha acertado na mosca! Incontinente respondeu à indignação daquele Espírito: “Meu irmão, Jesus, o lírio de Deus, trabalhou junto ao inferno moral da Humanidade, e da Terra partiu sem nenhuma mácula! Seremos nós melhores do que Ele?”

    Mas não se dando por satisfeito, completou: “O sol, todos os dias, apesar de estar a uma distância de 150 milhões de quilômetros, lança seus raios aos mais infectos pântanos da vida sem macular-se! Por que haveríamos nós de nos comprometermos por trabalhar no inferno dos homens necessitados de nossos préstimos?”

    E continuou a esclarecer: “É isso que está faltando para você adquirir o direito a regiões celestiais. Quem conhece o amor, precisa descer ao planeta para amar aos semelhantes, mesmo que tal decisão represente trabalhar no inferno! Quem possui a sabedoria, precisa descer ao inferno da ignorância para ensinar os que sabem menos! Quem possui a fé sólida, precisa socorrer aos aflitos do mundo no inferno da incredulidade em que vivem. Por isso, meu amigo, é preciso descer ao inferno daqueles que estão em situação piores do que a nossa e socorrer sempre! Boa viagem de regresso!”

    Por isso que no início fiz o convite para trabalharmos no inferno. Não sei quanto a você que me lê, mas já ouvi muitas vezes as seguintes frases: “Não aguento mais o inferno dessa vida! Essa mulher é um verdadeiro inferno que me acompanha! Não sei onde estava com a cabeça para casar com o inferno desse homem! Esses filhos são um inferno a trazer-me problemas para resolver! Nesse emprego parece que vivo em um inferno! Esse patrão existe para fazer da minha vida um inferno!”

    Ora, se é trabalhando no inferno que nos candidatamos às regiões elevadas da espiritualidade, vamos aproveitar se já estamos nele!
    Sua esposa, seu marido, seu emprego, seus filhos, seu patrão, seus parentes se constituem em inferno para você? Ótimo! Estamos tendo a oportunidade de galgar nossos degraus para regiões felizes onde moram a felicidade e a paz verdadeiras.

    Se você, de alguma forma, sente-se no inferno em qualquer lugar onde a Providência Divina o colocou na atual existência, e, se ela nunca se engana, agarre a oportunidade com as duas mãos. Está aí o convite para você se fazer merecedor de regiões elevadas da espiritualidade superior. Se for bem-sucedido poderá apresentar-se ao Emissário divino que irá liberar sua entrada aos páramos de luz!

    Curta seu inferno meu amigo, ele é o prenúncio do céu!

    Ricardo Orestes Forni

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  17. (JR.32.6) VEIO A MIM A PALAVRA DO SENHOR, DIZENDO: (PV.3.1) FILHO MEU, NÃO TE ESQUEÇAS DOS MEUS ENSINOS, E O TEU CORAÇÃO GUARDE OS MEUS MANDAMENTOS: (SL.91.16) SACIA-LO-EI COM LONGEVIDADE, E LHE MOSTRAREI A MINHA SALVAÇÃO: (AR.7.1) E É PRA JÁ:

    SALVAÇÃO OU EVOLUÇÃO?
    VIVA JESUS!

    Boa-noite! queridos irmãos.

    “É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo.”
    Todos nós, Espíritos imortais, ao sermos criados, partimos de um mesmo ponto, recebendo como herança a capacidade de progredir, em medida absolutamente igual, em consonância com a indefectível justiça de Deus. Ao longo dos milênios sucessivos, através do esforço evolutivo individual, vamos revelando a luz divina que trazemos dentro de nós, conforme se depreende da recomendação de Jesus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens ”. 2

    Jesus não teria feito essa recomendação se não soubesse da existência dessa herança divina imanente em todos os seres, cantada com o nome de amor pelo poeta:

    “O amor em nós, certo existe desde o nosso alvorecer,
    remontando a priscas eras, no esboço do nosso ser.

    Em estado de latência, no dealbar da existência,Deus concede de antemão, a sua herança bendita,que a alma busca contrita nas asas da evolução”.3

    A exteriorização mais ou menos intensa dessa herança divina que trazemos é que nos torna diferentes uns dos outros. Só dentro de uma perspectiva evolutiva é que podemos ver um silvícola feroz e um Francisco de Assis como filhos de um mesmo Deus justo, pois o que diferencia esses dois Espíritos não é a sua natureza, a sua origem, mas, apenas, evolução. As diferenças individuais se originam no homem, não em Deus.

    A evolução do Espírito se efetiva através de inúmeras vidas sucessivas, que lhe oferecem oportunidades variadas de incorporar em si as experiências que o meio lhe propicia, num processo que se pode chamar de desenvolvimento da inteligência e das virtudes que lhe são imanentes. Essa visão da evolução do Espírito é muito clara no Espiritismo.

    Em outras religiões reencarnacionistas, a reencarnação é vista apenas como oportunidade de os Espíritos faltosos retornarem à Terra a fim de reparar seus erros ou de concluir aquilo que deixaram inacabado. Admitem, também, a reencarnação de Espíritos mais adiantados, que retornam ao mundo físico em missão, para ensinar o caminho do Bem. Essas religiões não têm a perspectiva evolutiva.

    O Espiritismo não nega essas duas situações, indo, todavia, mais além, ensinando que não se reencarna só em missão ou resgate, mas que a reencarnação é absolutamente necessária, indistintamente, a todos os Espíritos, por ser inerente ao processo evolutivo.

    Portanto, a reparação de faltas anteriormente cometidas não é vista como punição, mas como elemento essencial da escalada evolutiva rumo à perfeição, a que todos estamos sujeitos. Igualmente, no desempenho de missão sacrificial, o Espírito Superior que a leva a efeito não está fora do processo evolutivo, porque também ele está progredindo, embora nada deva à Terra, tendo o seu retorno sido motivado apenas pelo amor.
    No Espiritismo, a reencarnação ocupa lugar de destaque, constituindo-se num dos pilares básicos de toda sua estrutura doutrinária, contrapondo-se frontalmente à tese salvacionista, ensinada por outros setores do Cristianismo. Em verdade, a respeito de salvação, o Espiritismo vai muito além de outras religiões, pois ao nos ensinar que não existem penas eternas, leva-nos a concluir que todos estamos salvos, porque somos cidadãos do Universo, filhos amados de Deus, habitantes da “Casa do Pai”, conforme ensinou Jesus.

    Em verdade, o Mestre nunca apresentou soluções mágicas de salvação gratuita, com base apenas na fé. Pelo contrário, suas lições sempre foram no sentido de acordar a criatura para a necessidade de assumir sua vida, tomando em suas mãos as rédeas do seu próprio destino: “ renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”. 4

    São muitas as recomendações do Mestre no sentido de a criatura despertar para a necessidade de progredir: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem” e, mais adiante, continua a recomendação: “Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial”. 6

    E por ser uma doutrina eminentemente evolucionista e não salvacionista é que o Espiritismo prioriza a oração consciente, o estudo, a reflexão, obediente à recomendação do Espírito da Verdade: “Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo”.

    Assim, se bem atentarmos para a amplitude e profundidade dos ensinamentos de Jesus, veremos que, em última análise, seus ensinamentos se constituem numa ampla proposta de aperfeiçoamento do Espírito, num chamamento ao esforço individual, que não pode ser desenvolvido numa só vida. Por isso, quem medita sobre os ensinamentos e exemplos de Jesus encara o Evangelho não como um livro sagrado que deva ser lido de mãos cruzadas sobre o peito em atitude de reverência, mas o vê como um manual de evolução do Espírito, que traça um roteiro de luz, a ser seguido ao longo de milênios sucessivos.
    Referências:
    1 – O Livro dos Espíritos, item 540.
    2 – Mateus, cap. 5, vers. 16. 3 – José Soares Cardoso (Acordes Espirituais).
    4 – Mateus, cap. 16, vers. 24.
    5 – Mateus, cap. 5, vers. 44.
    6 – Mateus, cap. 5, vers. 48.
    7 – O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 6, item 5.

    José Passini
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    EVOLUIMOS QUANDO SUPERAMOS OBSTÁCULOS

    “A felicidade não é deste mundo.” (Eclesiastes.)

    O progresso intelectual e moral de cada criatura não acontece sem que haja uma grande dose de boa vontade, representada pelo esforço na superação de desafios, barreiras e obstáculos.

    É um engano pensar que essas urgentes e imprescindíveis conquistas possam nos chegar às mãos de forma gratuita, como um presente dos “céus”.

    A natureza, em toda a sua dimensão, tem dado frequentes exemplos, ao homem, de como atua, em seus mais variados seguimentos, objetivando alcançar os objetivos a que se propõe.

    O rio caudaloso, desejando cumprir sua meta, contorna obstáculos, se projeta em quedas livres, carrega em seu leito material de toda ordem, mas não abandona o propósito traçado.

    A semente vigorosa, para chegar a árvore e se carregar de frutos, visando cobrir a nossa mesa de alimento, não reclama da cova escura e úmida onde começa o seu legado de utilidade.

    A chuva abençoada após cair límpida do espaço não lamenta sua transformação em lama, para regar o solo e criar condições para a continuidade da vida na Terra.

    De nossa parte, assim também precisamos agir. Sem desafios, sem dificuldades e sem esforços jamais sairemos da condição pouco evoluída que ainda ostentamos.

    A vida sendo pródiga – junto com a Providência Divina – no contexto da imensa sabedoria, sempre nos situa, no mundo, com as condições e mecanismos necessários para que tenhamos todos os recursos à disposição, visando à nossa tão desejada evolução espiritual, que obviamente pressupõe o crescimento moral e intelectual, essas duas asas que nos permitirão o voo da evolução. Portanto, os desafios que se apresentam em nossa vida na condição de dificuldades a serem superadas, em realidade, são ferramentas que nos chegam às mãos. Trabalhar com elas com todo o empenho possível, sem reclamações e inconformismos, é o que devemos e precisamos fazer.
    Ninguém, obviamente, em sã consciência, enfrentará os percalços e as lutas dessa vida achando tudo muito bonito e prazeroso, como o aluno que na sala de aula fica apreensivo com a chegada da nova lição, mas tendo a maturidade devida e a consciência de que podemos superar as mais ferrenhas barreiras. Munidos de ideal, perseverança e alta dose de determinação, nada poderá impedir nosso sucesso.

    Diante ainda da condição evolutiva que abrigamos, talvez por inexperiência ou mesmo por falta de compreensão mais acurada, preferimos a vida fácil, descuidada e vivida sem tantos compromissos e responsabilidades. No entanto, tal postura, que muitos de nós adotamos, praticamente nos mantém sempre no mesmo lugar, sem avanços significativos na trilha da nossa evolução espiritual.

    Assim, não lamentemos os desafios e os obstáculos que nos chegam. Dentro do possível façamos o máximo esforço para vencê-los, pois que, a cada vitória obtida, a cada dificuldade superada, aumentamos a nossa estrutura espiritual e, com isso, vamos nos aproximando, mesmo que lentamente, da serenidade que desejamos.

    Como bem expressa o Eclesiastes: “a felicidade não é deste mundo”, mas laborando com dedicação e sempre fiéis às valiosas e inesquecíveis lições de Jesus Cristo, que sabiamente nos orientam pelos caminhos, agindo com acerto começaremos, aqui mesmo na Terra, a usufruir um pouco mais de paz e tranquilidade.

    Tenhamos sempre fé e confiemos totalmente nas ações seguras e prestativas da Providência Divina em nosso favor. Em momento algum estamos sozinhos, pois tudo que está ao nosso redor tem o aval de Deus.

    Meditemos…

    Waldenir Aparecido Cuin

    Forum Espírita

  18. É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

    “Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

    Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

    “— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

    — Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado” (Mt 13:10-17)

    Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

    Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
    A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

    Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

    O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações.”

    Fonte:
    OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
    Compartilhado para fins de estudo espírita.
    « Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna☼ »

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    EXMPLO CABAL

    (JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
    (São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
    DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO.

    (LC.20.17) QUE QUER DIZER, POIS, O QUE ESTÁ ESCRITO? (AP.21.6) Tudo está feito: (JB.8.32) CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ; (EZ.12.24) porque já não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira no meio da casa de Israel: (SL.119.1) Bem-Aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor.
    (CR.11.30) Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que ainda dormem: (MT.723) Então, lhes direi explicitamente: Agora, a responsabilidade e a culpa do sangue inocente que continua sendo derramado no mundo, é assumida pelo EGOISMO da mídia brasileira, pela ignorância dos responsáveis pelos meios de comunicação, que teimam em esconder da população a Augusta Presença de Cristo entre nós, e o estabelecimento do Reino dos Céus. Contudo, eles já têm consciência do mal que perpetuam, e sabem que já começaram a pagar inexoravelmente por isto.

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