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Grupo de pesquisa da UFSCar convida cuidadores de idosos com Alzheimer para participar de prática de danças circulares

Atividade é parte de estudo sobre o efeito das danças circulares na qualidade de vida e saúde dos cuidadores

O Laboratório de Pesquisa em Saúde do Idoso do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está convidando pessoas que cuidam de idosos com doença de Alzheimer para participarem de estudo que envolve a prática de danças circulares. Neste momento, está sendo formado cadastro de interessados, e a pesquisa terá início em 2017. O estudo está sendo realizado por Julimara Gomes dos Santos, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade, sob a orientação de Anielle Cristhine de Medeiros Takahashi e coorientação de Larissa Pires de Andrade, ambas docentes do DFisio.

Podem participar pessoas com 60 anos ou mais que cuidem de familiar com doença de Alzheimer há pelo menos seis meses. Além da contribuição à produção de conhecimento, os participantes terão a oportunidade de terem um momento dedicado a si mesmos, entrarem em contato com outros cuidadores e praticarem exercício físico e, ao mesmo tempo, meditação em movimento através das danças circulares.

Para participar, é preciso conseguir caminhar de forma independente e não apresentar restrições médicas à prática de exercício físico.

Interessados podem entrar em contato com Julimara Gomes dos Santos pelo telefone (16) 3351-8704 ou pelo e-mail dancaparacuidadores@gmail.com.

Pesquisa

A tarefa de cuidar de uma pessoa com doença de Alzheimer é, muitas vezes, desempenhada por cuidadores idosos, que, por apresentarem alterações motoras e psicossociais decorrentes do processo de envelhecimento, também podem estar expostos ao desenvolvimento da chamada síndrome da fragilidade. Portanto, faz-se necessário promover o engajamento e aderência desses cuidadores em atividades físicas.

Nesse sentido, as danças circulares têm recebido atenção, seja enquanto modalidade de atividade física ou como terapia, e, apesar de pouco estudadas, parecem ser um tipo adequado de intervenção para esse público.

Assim, o estudo objetiva avaliar o efeito das danças circulares sobre variáveis cognitivas, psicológicas, físicas e relacionadas à fragilidade em idosos cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer.

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